Descricao
  Domingo, 14 de março de 2010
Página Principal Guia do Exportador Países Baixos - Holanda

Guia do Exportador

Países Baixos - Holanda

Área 41,526 km²
Capital Amsterdã
Idioma Neerlandês
Religião Católica
População 16,715,999  (est. 07/2009)
Expectativa de vida H/M

T: 79.4
H: 76.8
M: 82.14 (2009) CIA

Moeda Euro
PIB (paridade com poder de compra)

$ 670.2 bilhões (2008) CIA

PIB per capita $ 40,300 (2008) CIA
Densidade demográfica 486 por km²
Urbanização 83%
Maiores cidades

Amsterdam (743.000) - capital
Rotterdam (600.000) - maior porto do mundo
Haia (472.000) - sede do governo
Utrecht (281.000)

Composição setorial

Agricultura: 2%
Indústria: 24.4%
Serviços: 73.6% (2008)

Taxa de crescimento da população 0.412% (2009)
Força de trabalho/ por ocupação

Agricultura: 2%
Indústria: 18%
Serviços: 80% (2005)

Taxa de desemprego 4.5% (2008)
Produtos agrícolas batatas, grãos, frutas, vegetais, animais domésticos
Indústria metal e produtos da engenharia, máquinas e equipamentos elétricos, agroindústria, produtos químicos, petróleo, construção, microeletrônica
Exportação US$ 537.5 bilhões FOB (2008)
Produtos Exportados máquinas e equipamentos, produtos químicos, combustível, gêneros alimentícios
Exportação / parceiros

Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido, Itália, Estados Unidos. (2007)

Importação US$ 485.3 bilhões FOB (2008)
Produtos importados máquinas e equipamentos de transporte, combustível, gêneros alimentícios, roupas, produtos químicos
Importação / parceiros Alemanha, Bélgica, China, Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia. (2007)

Aspectos Gerais
Os Países Baixos ocupam uma discreta posição, quanto ao seu território e população, entre os membros da União Européia. No entanto, o aproveitamento de sua localização geográfica no estuário do Reno permitiu a esse país desempenhar um papel relevante no comércio internacional. Dotados de uma das melhores Holandaredes de transportes viários, fluviais e aéreos da Europa, os Países Baixos representam um verdadeiro empório comercial, dispondo do maior porto do mundo, Rotterdam, através do qual se efetuam a importação e distribuição de produtos destinados ao consumo interno e ao mercado da UE.

O setor agrícola, bastante mecanizado, contribui com apenas 2% para o PIB e emprega aproximadamente 2% da força de trabalho. Porém é um setor voltado para as exportações, servindo de base para as indústrias de processamento de alimentos e de embalagens.

O sistema econômico dos Países Baixos está baseado na iniciativa privada. O Governo participa apenas de um pequeno número de empresas, uma participação que gradualmente está sendo reduzida. A economia é caracterizada por um setor agrícola pequeno mas altamente eficiente, uma ampla base industrial e um largo setor de serviços.

Grupos étnicos, idioma e religião
A população holandesa é uma mistura dos povos que habitaram o país, entre eles, os frísios, os francos e os saxões. O idioma oficial é o holandês, que também é uma das línguas oficiais da União Européia. Grande parte da população tem bons conhecimentos de inglês e alemão. A liberdade religiosa é garantida pela Constituição. As religiões mais praticadas são o catolicismo e o protestantismo, que está dividido em reformistas, liberais e luteranos. O número de muçulmanos e hindus vêm aumentando significativamente, em função da forte entrada de imigrantes vindos de países como Marrocos, Turquia, Indonésia e Suriname.

Povo
Cerca de um em cada 400 habitantes do mundo é de nacionalidade neerlandesa, 16,7 milhões de pessoas vivendo numa área de apenas 34 mil quilômetros quadrados de terra, resultando em uma densidade populacional  por quilômetro quadrado das maiores do mundo: cerca de dez vezes mais que a média mundial e a terceira mais alta no mundo depois de Bangladesh e Taiwan. Na década passada, o crescimento populacional foi em média de 0,6% por ano, o que em parte foi o resultado da imigração havida.

Quase 90 por cento da população neerlandesa vive em áreas urbanas. As quatro maiores cidades (Amsterdam, Rotterdam, Haia e Utrecht) formam os limites da assim chamada "Randstad", uma região em forma de círculo com a maior concentração da população urbana do país e ao mesmo tempo o seu coração econômico.

A taxa de alfabetização é de praticamente 100 por cento. A freqüência escolar na educação de primeiro e segundo graus é de cerca de 100 %, o que se deve em grande parte à obrigatoriedade do ensino dos cinco até os quinze anos de idade. Mais ou menos 40 por cento se inscrevem para um curso superior. A expectativa de vida na hora do nascimento é de 76,66 anos para homens e de 81,98 anos para mulheres. A mortalidade infantil, um outro indicador do nível de vida, fica em torno de 0,8 (por 1000 partos).

Sistema político
Reino dos Países Baixos é uma monarquia constitucional. Em 1980, a rainha Beatrix substituiu a sua mãe a rainha Juliana como soberana. A monarca preside o conselho de estado, o órgão consultivo mais alto para Governo, e dá opiniões sobre o conteúdo de novas leis.
Apesar de Amsterdam ser a capital, a sede do governo fica em Haia (Den Haag ou 's-Gravenhage). O poder executivo é exercido pelo conselho de ministros que é presidido pelo Primeiro-Ministro. O conselho, chamado de gabinete, deve ter uma maioria no parlamento que por sua vez consiste de uma primeira e de uma segunda câmara (senado e câmara, de respectivamente 75 e 150 membros) e detém os poderes legislativos. Já os poderes judiciais estão com a corte suprema.
A cada quatro anos são realizadas eleições, ou antes, desse prazo no caso de uma crise política. O sistema eleitoral neerlandês é aberto e proporcional. Há um grande número de partidos políticos dos quais no momento doze ocupam uma ou mais cadeiras na Câmara. Como resultado, nunca foi possível a um único partido formar uma maioria parlamentar e por causa disso sempre tem sido necessário compor uma coalizão.

Posição estratégica
A Holanda está situada ao lado de uma superpotência econômica, a Alemanha. Possui uma infra-estrutura de transportes bem desenvolvida, assim como facilidades de telecomunicações avançadas e relativamente baratas. Há prédios comerciais de alta qualidade com preços de aluguel relativamente baixos. Os Países Baixos têm ampla oferta de trabalho bem qualificado.
O conhecimento de línguas estrangeiras do holandês é lendário: 73% falam uma língua estrangeira, 42% falam duas e 12% falam mais de duas.

Economia
Os Países Baixos são uma economia aberta e orientada para a exportação. O comércio exterior é a atividade que mais contribui para o crescimento econômico. A extrema dependência do comércio exterior, no entanto, torna a economia do país bastante suscetível às atuais crises do mercado internacional, como aquelas observadas nos Estados Unidos que produziram reflexos em toda a economia mundial.

Indicadores macro-econômicos mostram que a situação da economia holandesa é saudável. Nos últimos anos, a média do crescimento do PIB holandês foi melhor do que no resto da Europa. A inflação e as taxas de juros estão baixas, o euro está forte e a conta corrente mostra um superávit estrutural de mais ou menos 5% do PIB, o que equivale a uma considerável disponibilidade de poupança. Uma perfeita política fiscal e uma política monetária que, já vinha mantendo um forte vínculo entre o florim holandês e o marco alemão, antes da entrada do Euro, que levaram a marcantes recordes no controle da inflação. Na ausência de uma espiral entre salários e preços, a inflação tem caído, tendo ficado, nos últimos anos, abaixo de 2% ao ano. O país, conseguiu reduzir o seu déficit público, não tem uma dívida externa pública líquida. Todos estes fatores criaram uma situação doméstica estável, com baixas taxas de juros e uma grande confiança na política monetária exercida pelo Banco Central Holandês.

Investimentos
Na contramão da tendência global, a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil cresceu 30% entre 2007 e 2008, segundo um relatório publicado pela Unctad.
Segundo o estudo Avaliação do impacto da atual crise financeira e econômica nos fluxos de investimentos estrangeiros diretos, que traz uma revisão de números divulgados em janeiro, a movimentação de investimentos externos caiu 15% a nível global de 2007 para 2008, após atingir um recorde de US$ 1,9 trilhão em 2007.
Na avaliação da agência, a queda é puxada pelo agravamento da crise financeira internacional no ano passado, o que fez com que as empresas sofressem uma redução na capacidade de investir.
A diminuição dos investimentos, esclarece a Unctad, deve-se à queda dos lucros das companhias e ao difícil acesso ao mercado de crédito.
A Unctad não especificou os fatores que alavancaram a entrada de investimentos estrangeiros no Brasil no ano passado, mas mostra que o país se saiu melhor do que outras nações pesquisadas, entre elas algumas das maiores economias do mundo.

Retração
Dos 18 países desenvolvidos pesquisados, dez sofreram uma redução no fluxo de investimentos vindos de fora. Entre os mais afetados estão Alemanha (-55,8%), Grã-Bretanha (-50,7%), Itália (-66,9%), Holanda (-103%) e Japão (-15%).
Contrariando as previsões, os Estados Unidos verificaram um aumento de 37% na captação de investimentos estrangeiros em 2008.
Entre os 19 países em desenvolvimento investigados, oito tiveram queda no fluxo de capital estrangeiro, como México, Peru e Turquia. No geral, as economias em desenvolvimento tiveram um crescimento de 7% no volume de investimentos estrangeiros no ano passado.
Todos os países do BRIC (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China) registraram aumento na entrada de investimentos vindos de fora, sendo que a Índia acumulou o maior crescimento (85%), seguida pela Rússia (34%), Brasil (30%) e China (5%).

Previsões
A previsão da Unctad para 2009 é de contínua queda no fluxo dos investimentos, não apenas nos países desenvolvidos, como também entre os em desenvolvimento.
Uma das tabelas compiladas pela agência mostra que o valor investido em fusões e aquisições de empresas nos países em desenvolvimento "caiu dramaticamente" no primeiro trimestre de 2009.
Nos primeiros três meses deste ano foram movimentados pouco mais de US$ 10 bilhões nestas transações, enquanto que no período imediatamente anterior, o valor tinha sido de US$ 40 bilhões.

Fonte: Agência Estado/BBC Brasil - 20/5/2009

Investimentos Holandeses no Brasil
Nos últimos anos, os Países Baixos têm ocupado as primeiras posições no “ranking” de investidores externos no Brasil, liderando a lista nos anos de 2002 e 2004.

Ano

Investimento

Posição entre os países investidores

2007 US$ 8.1 bilhões 1
2006 US$ 3.5 bilhões 2

2005

US$ 2.2bilhões

2

2004

US$ 7.7 bilhões

1

2003

US$1.4 bilhão

3

2002

US$3.3 bilhões

1

2001

US$1.8 bilhão

4

2000

US$2.2 bilhões

4

1999

US$2.0 bilhões

4

1998

US$3.3 bilhões

3

Fonte: Embaixada do Brasil em Haia

Mais de 100 empresas de capital neerlandês estão estabelecidas no Brasil, algumas das quais com uma longa história de participação no processo de industrialização do país.

Relações econômicas entre Brasil e os Países Baixos
Os elos que unem o Brasil e os Países Baixos são muito antigos. Nos gloriosos dias dos navegantes exploradores, a Companhia de Comércio das Índias Holandesas Ocidentais havia várias colônias no Brasil. Algumas construções daquela época feitas em alguns locais do nordeste do Brasil ainda lembram bem o período holandês.
Logo após a abertura dos portos pelo Brasil no Século 19, os holandeses  estavam de volta, inicialmente para comercializar produtos, a sua velha vocação. Mas não demorou muito e os holandeses começaram a fazer investimentos locais. Surgiram então as primeiras empresas holandesas em solo brasileiro.

Em 2008, o Brasil exportou para os Países Baixos US$ 8,8 bilhões em mercadorias. Entre os principais produtos exportados encontram-se, por ordem de valor: bagaços e outros resíduos extraídos do óleo de soja; soja; pasta química para madeira; óleos brutos de petróleo.

Exportação Brasil - Países Baixos / 2008 US$ FOB
Bagaços e outs. resíduos sólidos, da extr. do óleo de soja 1.039.485.028 9,9%
Outros grãos de soja, mesmo triturados 1.030.892.422 9,8%
Pasta quim. madeira de n/conif. a soda/sulfato, semi/branq 767.712.895 7,3%
Álcool etílico n/desnaturado c/vol. Teor alcóolico>=80% 617.954.195 5,9%
Óleos brutos de petróleo 539.372.906 5,1%
Ferroniobio 473.554.620 4,5%
Fuel-oil 388.715.272 3,7%
Carnes de outs. animais, salgadas, secas, etc. 335.828.562 3,2%
Minérios de ferro não aglomerados e seus concentrados 309.089.608 2,9%
Outros sucos de laranjas, não fermentados 266.728.589 2,5%
Demais produtos 5.624.907.906 53,7%
Total 10.482.595.244  
Fonte: MDIC

Por outro lado, as importações brasileiras dos Países Baixos somaram, em 2008, cerca de US$ 1,4 bilhão, o que permitiu à parte brasileira alcançar expressivo saldo comercial de US$ 9 bilhões. Entre os produtos comprados dos Países Baixos figuraram como principais, em 2008, por ordem de valor: querosenes de aviação; óleo Diesel; medicamentos; sulfato de amônio e outros produtos químicos.

Importação Brasil - Países Baixos / 2008 US$ FOB
Querosenes de aviação 181.107.390 12,3%
Gasoleo (óleo diesel) 145.611.754 9,9%
Outs. Frações do sangue, prod.imunol. modif.(medicamentos) 64.738.552 4,4%
Sulfato de amônio 51.297.569 3,5%
Fuel-oil 38.753.797 2,6%
Outras preparações alimentícias 33.101.647 2,2%
Fósforo branco 28.938.189 2,0%
Maquinas e aparelhos p/prepar. de carnes 24.624.826 1,7%
Papel jornal, em rolos/fls. p<=57g/m2,fibra proc. mec>=65% 23.249.710 1,6%
Aparelhos de diagnost. Por visualiz. Ressonância magnet. 21.770.964 1,5%
Demais produtos 933.234.307 63,2%
Total 1.476.783.205  
Fonte: MDIC

Comércio
Os principais produtos comprados pela Holanda são soja e seus derivados, produtos cítricos, alumínio, carnes diversas, café, cacau, fumo, frutas frescas, couros, minério de ferro e de manganês,  ferro-nióbio, tubos flexíveis de ferro ou aço, madeira, óleos brutos de petróleo e vários produtos químicos, entre outros.
De outro lado, a Holanda tem sido um importante fornecedor para o Brasil de produtos como óleo diesel, medicamentos de uso humano e de uso veterinário, produtos químicos, fertilizantes, aparelhos médicos, dragas, batatas, e máquinas diversas.

Há um superavit constante nas operações comerciais bilaterais em favor do Brasil. Nos últimos dez anos, o saldo acumulado passa de 70 bilhões de dólares. O comércio bilateral no período de 2005 a 2007 apresenta os seguintes números (dados da SECEX em milhões de dólares):

 

Exportações Brasil - Países Baixos
Período US$ FOB Peso Líquido (Kg)
2005 5.285.515.436 15.699.469.096
2006 5.748.569.555 14.198.669.406
2007 8.840.872.497 18.928.796.403
Fonte: MDIC / Secex

 

Importações Brasil - Países Baixos
Período US$ FOB Peso Líquido (Kg)
2005 586.651.124 387.830.013
2006 785.922.333 629.461.234
2007 1.116.032.007 878.658.496
Fonte: MDIC / Secex

 

Importação Países Baixos - Mundo / 2006
US$ Milhões CIF
Combustíveis, óleos e ceras minerais 58.958 17,8%
Caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos 57.920 17,5%
Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 33.842 10,2%
Veículos automóveis, tratores e ciclos 18.652 5,6%
Instrumentos e aparelhos de óptica, fotografia 16.047 4,8%
Produtos químicos orgânicos 12.438 3,8%
Demais Produtos 133.639 40,3%
Total 331.496  
Fonte: UNCTAD/ITC/Comtrade em Braziltradenet

 

Exportação Países Baixos - Mundo / 2006
US$ Milhões FOB
Caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos 60.796 16,4%
Combustíveis, óleos e ceras minerais 50.252 13,6%
Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 35.080 9,5%
Instrumentos e aparelhos de óptica, foto, precisão e médicos 21.408 5,8%
Plásticos e suas obras 18.146 4,9%
Produtos químicos orgânicos 17.706 4,8%
Demais Produtos 166.821 45,1%
Total 370.209  
Fonte: UNCTAD/ITC/Comtrade em Braziltradenet

 

Exportação Países Baixos - Mundo / 2007
US$ Milhões FOB
Alemanha 134.704 24,4%
Bélgica 74.912 13,6%
Reino Unido 50.443 9,1%
França 46.694 8,5%
Itália 27.866 5,1%
EUA 23.986 4,3%
Demais países 193.089 35,0%
Total 551.694  
Fonte: FMI - Direction of Trade Statisticsem Braziltradenet

 

Importação Países Baixos - Mundo / 2007
US$ Milhões CIF
Alemanha 87.353 17,7%
China 51.936 10,5%
Bélgica 45.781 9,3%
EUA 36.016 7,3%
Reino Unido 28.467 5,8%
Rússia 25.107 5,1%
França 21.586 4,4%
Japão 15.282 3,1%
Demais países 181.767 36,8%
Total 493.295  
Fonte: FMI - Direction of Trade Statisticsem Braziltradenet

 

Exportação por estado / 2008 US$ FOB
São Paulo 1.721.871.022 16,4%
Bahia 1.249.736.445 11,9%
Mato Grosso 1.198.275.915 11,4%
Paraná 1.107.877.596 10,6%
Minas Gerais 1.061.714.505 10,1%
Rio de Janeiro 857.025.422 8,2%
Rio Grande do Sul 600.694.814 5,7%
Demais estados 2.685.399.525 25,6%
Total 10.482.595.244  
Fonte: MDIC/Aliceweb

 

Importação por estado / 2008 US$ FOB
São Paulo 742.700.201 50,3%
Maranhão 150.766.316 10,2%
Rio de Janeiro 125.992.706 8,5%
Paraná 94.152.595 6,4%
Bahia 76.341.914 5,2%
Demais estados 287.139.744 19,4%
Total 1.477.093.476  
Fonte: MDIC/Aliceweb

 

Balança Comercial Brasil - Países Baixos / 2008
Valores em US$ FOB
Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio
JAN 756.156.572 99.094.367 657.062.205 855.250.939
FEV 680.297.824 148.201.880 532.095.944 828.499.704
MAR 666.308.366 56.410.325 609.898.041 722.718.691
ABR 875.340.033 67.155.418 808.184.615 942.495.451
MAI 1.128.996.665 146.608.867 982.387.798 1.275.605.532
JUN 965.191.465 168.123.024 797.068.441 1.133.314.489
JUL 1.109.641.867 106.124.555 1.003.517.312 1.215.766.422
AGO 994.712.908 169.748.415 824.964.493 1.164.461.323
SET 906.908.392 99.893.882 807.014.510 1.006.802.274
OUT 847.520.556 198.735.003 648.785.553 1.046.255.559
NOV 850.829.959 126.598.142 724.231.817 977.428.101
DEZ 700.690.637 90.399.598 610.291.039 791.090.235
Acumulado 10.482.595.244 1.477.093.476 9.005.501.768 11.959.688.720

Como Negociar

  • Compradores holandeses são cuidadosos ao selecionar um novo fornecedor e irão também examinar o produto oferecido.
  • Homens e mulheres de negócio holandeses são muito diretos, abertos e francos. Negócios vêm em primeiro lugar.
  • São bons negociadores, falam muito e tendem a criticar primeiro, para poder obter um melhor negócio.
  • Durante as negociações, você pode mencionar vários preços (incluindo o mínimo absoluto) e frisar as vantagens ambientais de seu produto.
  • Consistência, pontualidade, confiabilidade e honestidade são importantes.
  • Esteja preparado para críticas e lide com elas calmamente e seja crítico e franco também, o que é usualmente esperado e apreciado (i.e. crítica “construtiva”)
  • Para poder sobrepor a infinita negociação de preço, crie uma situação reciprocamente benéfica.
  • Em reuniões, chegue rapidamente ao cerne da questão, sugerindo um plano claro, indicando metas e prazos.
Endereços Úteis
Embaixada do Reino dos Países Baixos em Brasília
SES - Qd. 801, Lote 05
CEP 70405-900 - Brasília - DF
Tel: (0xx61)3961.3200
Fax: (0xx61)3961.3234
Site: www.mfa.nl/bra-pt

Embaixada do Brasil em Haia
Mauritskade, 19 - Haia - Países Baixos
2514 HD
Tel: 0031 (70) 302 3959
Fax: 0031 (70) 302 39 50
brasil@brazilianembassy.nl
Site: www.brazilianembassy.nl

Consulado Geral do Rio de Janeiro
Praia de Botafogo 242/10 andar
22250-040 – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (0xx21) 2157.5400
Fax: (0xx21) 2157.5454
E-mail: rio@minbuza.nl
Site: www.mfa.nl/rio-pt

Consulado Geral de São Paulo
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1779 - 3° andar
01451-912 - São Paulo - SP
Tel: (0xx11) 3811.3300
Fax: (0xx11) 3814.0802
E-mail: sao@minbuza.nl
Site: www.mfa.nl/sao-pt

Delegação Comercial de Porto Alegre
Av. Dr. Nilo Peçanha, 2825 Cj. 1601
91330-001 – Iguatemi Corporate
Porto Alegre - RS
Tel: (0xx51)3378.7700
Fax: (0xx51) 3378.7710
E-mail: poa@nbso.com.br
Site: www.mfa.nl/poa-pt

Delegação Comercial Recife
Cais do Apolo, 222 - 16º andar
50030-905 - Recife (PE)
Tel: (0xx81) 3224.3973
E-mail: rec@nbso.com.br
Site: www.mfa.nl/rec-pt

Câmara de Comércio Holando-Brasileira
Rua Marquês de Itu 503 - 6º andar - Cj 62
CP: 01223-001 / São Paulo
Tel: 55 11 3221-5899
Fax: 55 11 3221-9242
E-mail: info@dutcham.com.br
Site: www.dutcham.com.br

Fontes consultadas
Aliceweb – www.aliceweb.desenvolvimento.gov.br
Braziltradenet – www.braziltradenet.gov.br
Embaixada do Brasil em Haia - www.brazilianembassy.nl
Embaixada do Reino dos Países Baixos em Brasília - www.mfa.nl/bra-pt
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - www.desenvolvimento.gov.br
The World Factbook - www.cia.gov

Última atualização: junho/2009

 
Escolha o destino de seus produtos: 
INF. GERAIS ÁFRICA DO SUL ALEMANHA ANGOLA ARÁBIA SAUDITA
ARGENTINA AUSTRÁLIA BÉLGICA CANADÁ CHILE
CHINA CINGAPURA EGITO ESPANHA E. U. A.
FRANÇA HOLANDA ÍNDIA ITÁLIA JAPÃO
MERCOSUL MÉXICO POLÔNIA PORTUGAL REINO UNIDO
RÚSSIA URUGUAI VENEZUELA    




 

Vacaria, em tempos anteriores famosa pela criação extensiva de gado, altera sua base produtiva e atualmente é um dos maiores exportadores de frutas temperadas do país.

Em sua entrevista, Dorlei Marcos Cole, Secretário da Agricultura e do Meio Ambiente do Município mostra os benefícios que a transição de um sistema de criação extensiva de gado de corte para uma agricultura mais diversificada, com forte presença na fruticultura de alto valor agregado, trouxe para Vacaria.

leia mais...
 
 


Mapa do Site :: Opinião do Leitor :: Anuncie Aqui :: Fale Conosco
 Global 21 Copyright © 2010 Todos os direitos reservados