| Área |
505.992 km² |
| Capital |
Madri |
| Idioma |
Espanhol |
| População |
40.448.191 (est. 07/2007) |
| Expectativa
de vida H/M |
H: 76.46 anos
M: 83.32 anos |
| Moeda |
Euro |
| PIB (paridade com poder de compra) |
US$ 1.109 trilhões (2006) |
| Chefe do Estado |
US$ 24.400 (2006) |
| Composição setorial |
Rei D. Juan Carlos I de Borbón |
| Presidente do Governo |
José Luíz Rodríguez Zapatero, desde Maio de 2004 |
| Taxa de desemprego |
8.1% (Out. 2006) |
| Força de trabalho |
21.58 milhões (2006) |
| Principais Cidades |
Madri (Capital), Barcelona, Valência, Sevilla e Bilbao |
Composição por setor (PIB) |
Agricultura: 3.9%
Indústria: 29.7%
Serviços: 66.4% (2006) |
Aspectos Gerais
Localização e superfície
A Espanha limita-se ao norte com a França e a oeste com Portugal. É banhada ao norte pelo Mar Cantábrico, a sudoeste pelo Oceano Atlântico e a leste e sudeste pelo Mar Mediterrâneo. Com uma superfície total de 505.992 km² o território espanhol ocupa a maior parte da Península Ibérica (493.484 km²), além das Ilhas Baleares (4.992 km²) e Ilhas Canárias (7.447 km²). A soberania espanhola abrange ainda algumas pequenas ilhas próxim
as do Marrocos e duas cidades situadas no norte da África, fundadas pela Espanha, antes, inclusive, da consolidação do Marrocos como Estado: Ceuta e Melilla. A grande extensão do litoral, explicada pela condição peninsular da Espanha, aliada à localização entre o Atlântico Norte e o Mar Mediterrâneo e à grande proximidade do continente africano, do qual é separada pelo Estreito de Gibraltar, concedem ao país uma posição estratégica.
População
A população da Espanha é de aproximadamente 41 milhões de habitantes, o que representa uma densidade demográfica de aproximadamente 85,4 habitantes por Km². A maior parte da população está na região de Madri, com 5,8 milhões de habitantes, mais de 726,05 habitantes por km², seguido pelo País Basco, as Ilhas Canárias, a Catalunha, as Ilhas Baleares e a região de Valência. Há regiões, como Castilla-La Mancha, Aragón, Extremadura e Castilla-León, onde a densidade demográfica é inferior a 30 habitantes por km². As Comunidades Autônomas mais populosas são: Madri, com 5.423.384 habitantes e a Catalunha, com 6.343.110 habitantes.
Principais grupos culturais, idioma e religião
A Espanha tem uma grande riqueza cultural, conseqüência da evolução histórica da Península Ibérica, com períodos de domínio visigodo, romano e islâmico culminado com a reconquista cristã.
Dessa maneira, há diferentes grupos culturais: em primeiro lugar, está a região central ou Castilha, origem da língua oficial de todo o país, o castelhano. No nordeste e sudeste estão a Catalunha, Valência e Ilhas Baleares, onde a língua oficial, além do castelhano, é o catalão. No sul, está Andaluzia, cuja região geográfica de Granada ficou sob Domínio muçulmano até 1492, fato que denota uma grande diferença cultural. No norte, está o País Basco, que também tem outra língua oficial além do castelhano, que é o basco ou euskera, a qual não tem origem latina. Finalmente, na região noroeste está a Galícia, que também tem outra língua oficial, o galego, bastante similar ao português, conseqüência da proximidade geográfica com Portugal.
No âmbito religioso, mesmo que a Espanha seja um Estado laico, o catolicismo é a religião principal. Ademais, o Estado tem acordos com o credo evangélico e com as religiões muçulmana e judaica. A própria Constituição espanhola, ao mencionar a condição da Espanha como Estado laico estabelece uma obrigação dos Poderes Públicos de colaborar com todos os credos religiosos, em especial, com a Igreja Católica, credo principal da sociedade espanhola.
Relação Bilateral
Há um claro desequilíbrio entre o volume de investimentos espanhóis no Brasil e o nível do comércio bilateral. Enquanto a Espanha detém o segundo maior estoque de capital acumulado no Brasil, alternando posições com os Países Baixos, é apenas o décimo-quarto destino das exportações brasileiras e o Brasil o décimo-oitavo das exportações espanholas.
De todo modo, o comércio bilateral tem prosperado tanto em volume como em valor agregado. O valor total das transações comerciais mais do que triplicou nos últimos treze anos. Passou de 898 milhões de dólares em 1992 a três bilhões e quatrocentos milhões de dólares em 2005, com um superávit de oitocentos milhões para o Brasil.
As exportações brasileiras somaram dois bilhões e cem milhões de dólares – o que representou um aumento de 9% em relação ao ano anterior - e as importações alcançaram o montante de um bilhão de trezentos milhões de dólares – o que significou incremento de 13,3% em relação a 2004. O superávit para o Brasil foi, portanto, de oitocentos milhões de dólares.
Ocorreu, também, uma importante evolução qualitativa. Ainda que a maior parte das exportações brasileiras à Espanha, como de resto aos demais membros da União Européia, continue sendo de produtos básicos, a participação de produtos de maior valor agregado aumentou. Em 1984, os produtos básicos representavam 88,8% de nossas exportações à Espanha. Em 2004, ocuparam uma fatia de 56%, uma queda de mais de 30%. A parcela representada por manufaturas aumentou de 5,3 a 31%.
Os principais itens das exportações brasileiras em 2005 foram complexo de soja, minério de ferro, café em grão, minerais, carne bovina, aço, produtos de pesca, madeira serrada e couro. Com maior agregado, tiveram destaque as exportações de móveis, tecidos de malha, calçados, suco de laranja e autopeças. Os principais produtos da pauta de importação foram peças para avião, petróleo, autopeças, veículos automotores e produtos químicos.
Fonte: MDIC
Fonte: MDIC
Dentre os estados brasileiros que mais se relacionaram com a Espanha estão: São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, no período de 2006.
Fonte: Aliceweb
Fonte: Aliceweb
Balança Comercial Brasil - Espanha / 2006
Valores em US$ FOB |
| Mês |
Exportação |
Importação |
Saldo |
Corrente de Comércio |
| JAN |
195.551.017 |
113.225.343 |
82.325.674 |
308.776.360 |
| FEV |
119.829.299 |
76.469.680 |
43.359.619 |
196.298.979 |
| MAR |
236.632.166 |
125.495.218 |
111.136.948 |
362.127.384 |
| ABR |
154.363.599 |
100.785.593 |
53.578.006 |
255.149.192 |
| MAI |
135.323.866 |
103.459.621 |
31.864.245 |
238.783.487 |
| JUN |
167.222.366 |
111.155.438 |
56.066.928 |
278.377.804 |
| JUL |
192.822.683 |
113.398.436 |
79.424.247 |
306.221.119 |
| AGO |
219.471.545 |
141.237.179 |
78.234.366 |
360.708.724 |
| SET |
189.171.719 |
108.506.486 |
80.665.233 |
297.678.205 |
| OUT |
230.615.718 |
157.802.414 |
72.813.304 |
388.418.132 |
| NOV |
216.639.011 |
114.449.535 |
102.189.476 |
331.088.546 |
| DEZ |
221.587.879 |
165.139.660 |
56.448.219 |
386.727.539 |
| Acumulado |
2.279.230.868 |
1.431.124.603 |
848.106.265 |
3.710.355.471 |
Direção do comércio exterior
Cerca de 70% do comércio exterior espanhol é realizado com outros Estados Membros da União Européia, sendo que a França e a Alemanha respondem por 50% desse comércio.
Fonte: Braziltradenet
Fonte: Braziltradenet
Importações
As importações espanholas procedentes da União Européia mantiveram-se em torno de 63% do total entre 1994 e 2004. Levando-se em conta o valor total das importações em 2001, o incremento corresponde a US$ 2,5 bilhões na participação da Europa no mercado importador espanhol. Além da Europa, somente o continente africano vem ganhando espaço neste mercado desde 1988. Outras regiões, como é o caso da Ásia e da América do Norte (exceto o México), perderam participação.
A participação da América Latina registra uma pequena redução, passando de 4,36% em 1994 a 4,12% em 2004, o que significa uma perda real de US$ 300 milhões. México, Brasil e Argentina respondem por 61% das importações espanholas provenientes da América Latina, destacando-se aumentos de 18,9% e de 14,2% nas importações provenientes de México e Brasil, respectivamente
Fonte: Braziltradenet
Exportações
As vendas para a União Européia responderam por 73,9% do total exportado pela Espanha.
A partir da entrada em vigor do Tratado de Maastrich em 1993, observa-se um aumento constante das exportações para os Estados-Membros do “mercado de livre comércio”. Em 2004, este valor superou os 87 bilhões de euros, com incremento de 5,1% em relação ao ano anterior. Os principais países de destino das exportações foram: França (19,04%), Alemanha (11,7%), Portugal (9,7%), Reino Unido (9,0%) e Itália (9,0%).
As outras regiões sofreram uma redução importante, como é o caso da Ásia, cuja participação caiu de 8,18% em 1994, para 5,5%, em 2004. A América Latina também sofreu redução, passando de 6,17% em 1994, para 4,3% em 2004. Somente o Brasil conseguiu aumentar a sua participação, de 0,49% em 1994, para 0,7% em 2004, mas ainda abaixo do índice de 1,26% obtido em 2001.
Fonte: Braziltradenet
Estrutura geral
O empresário brasileiro que pretende introduzir seu produto no mercado espanhol deve, em primeiro lugar, considerar as diretrizes gerais estipuladas para o mercado da EU e, posteriormente, analisar o mercado espanhol.
Dentro da UE, a Espanha pretende ocupar um lugar de destaque com relação à América Latina. Neste sentido, observa-se um maior interesse dos empresários espanhóis pelo mercado brasileiro, tanto em relação à procura por novos produtos como em relação ao estudo de formas de cooperação empresarial, o que poderia transformá-las em trampolim para o resto do mercado da União Européia.
O Setor de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em Madri dispõe de programa especial de divulgação das oportunidades oferecidas por empresários brasileiros. Por outro lado, estão disponíveis escritórios específicos como a Câmara e Comércio, bancos, sindicatos de agentes comerciais e as associações de classe.
Promoção de vendas
A promoção de vendas no mercado espanhol, tanto a feita pelos atacadistas como a que é de interesse dos varejistas, é realizada pelos canais tradicionais, que podem ser os meios de comunicação (rádio/televisão, imprensa nacional/ regional/municipal), publicações especializadas do ramo, revistas comerciais e mala direta.
Dependendo do produto, as lojas de departamento e os hipermercados realizam atividades específicas para a introdução de novas marcas e produtos.
De modo geral, o custo relacionado com a promoção do produto corre por conta do atacadista/produtor/importador.
Como foi mencionado anteriormente, a grande maioria desses estabelecimentos é de pequeno porte e não está disposto a arcar com grandes gastos publicitários. Nesse sentido, observa- se que a grande maioria das promoções é realizada diretamente pelos produtores ou pelas lojas de departamento e hipermercados.
Recomenda-se aos empresários brasileiros interessados em introduzir um novo produto no mercado espanhol que combinem com o parceiro espanhol a promoção do produto.
Feriados
São observados os seguintes feriados nacionais:
1de janeiro (Ano Novo)
6 de janeiro (Dia dos Reis)
19 de março (São José)
1de maio (Dia do Trabalho)
15 de agosto (Assunção da Virgem)
12 de outubro (Dia da Raça ou Hispanidad)
1de novembro (Todos os Santos)
6 de dezembro (Dia da Constituição Espanhola)
25 de dezembro (Natal)
Além desses dias, há de se considerar as festas móveis como a Semana Santa, e os feriados regionais de cada comunidade autônoma. Os meses de julho e agosto são considerados meses de férias.
Fuso horário
Existe uma diferença de quatro horas a mais entre o Brasília e a Espanha peninsular. Com o horário de verão, a diferença pode variar de três a cinco horas. Com relação às Ilhas Canárias, a diferença se reduz em uma hora.
Visto de entrada
Não é exigido o visto em passaporte brasileiro para permanência de até 90 dias.
Investimentos
A Espanha detém o segundo maior estoque de investimentos no Brasil, após os Estados Unidos, alternando posição com os Países Baixos. O total dos investimentos é estimado em aproximadamente 27 bilhões de dólares. A maior parte desses investimentos ocorreu na segunda metade dos anos noventa, com a participação do capital espanhol no programa nacional de privatização, sobretudo nos setores de telefonia, energia e financeiro.
Conforme quadro abaixo, áreas em que os espanhóis atuam no Brasil
Investimento |
Posição entre os países investidores |
| Rodovias |
OHL, Acciona |
| Energia |
Endesa, Iberdrola, Abengoa, Isolux, ACS |
| Bancos |
Santander, ABN Real |
| Hotelaria |
Iberostar, Maliá |
| Telefonia |
Telefônica, Vivo |
| Internet |
Terra |
| Telemarketing |
Atento |
| Seguros |
Mapfre |
| Petróleo |
Repsol |
| Álcool |
Abengoa, Bioenergia |
| Varejo |
Zara, MNG |
| Editoras |
Planeta, Santillana, Anaya |
| Autopeças |
Ficoba |
Nos últimos anos
Onze anos atrás os investimentos espanhóis no país somavam apenas 250 milhões de dólares, alternando posição A significativa participação nos leilões de privatização e nas licitações de concessões públicas no País elevou a Espanha, em 2000, à posição de segundo maior investidor estrangeiro direto no Brasil, após os Estados Unidos. O atual volume de recursos representa mais do que o dobro do estoque oriundo da Alemanha, o principal investidor europeu no País até 1997. Em 1995, os investimentos espanhóis no Brasil somavam apenas US$ 250 milhões.
O capital espanhol participou ativamente no processo de privatização das empresas estatais brasileiras na década de 90, sobretudo nos setores de telecomunicações, energia e bancos. No período 1991-2002, a Espanha aportou 14,5% dos recursos envolvidos nas privatizações brasileiras; considerados apenas os capitais estrangeiros, a Espanha representou 25% do total, atrás apenas dos EUA (27,6%).
De um modo geral, as empresas espanholas vêm apresentando excelente desempenho no mercado brasileiro e seus investimentos são de alta rentabilidade. Todas as empresas da Espanha já instaladas no Brasil apresentaram balanços positivos nos últimos três anos, sendo que a maior delas, a Telefónica, chegou a obter 35% de seu lucro total em 2003 com a operação de sua subsidiária brasileira.
Os investimentos na economia brasileira, por seus resultados e pela estabilidade do País, servem constantemente de contraponto às sérias dificuldades conjunturais verificadas nos empreendimentos espanhóis em outros países da América Latina, notadamente a Argentina, sobretudo em relação à estabilidade do marco regulatório e à segurança jurídica. Essas dificuldades terminaram por ensejar a criação, pelo Governo, em novembro de 2004, de um foro permanente de debates para a América Latina, cujas reuniões têm por objetivo avaliar e defender os interesses dos investidores espanhóis na região. O grupo, coordenado pelo chefe da Assessoria Econômica da Presidência, Miguel Sebastián, é integrado por altos funcionários da Moncloa e do Ministério da Economia e Fazenda, do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio e do Ministério de Assuntos Exteriores e de Cooperação. Pelo lado empresarial, estão representadas: Telefónica; Repsol-YPF; Gas Natural; BBVA; Banco Santander; as elétricas Endesa, Iberdrola e Unión Fenosa; Agpar; PRISA; Sol Meliá; e ACS/Dragados.
O Acordo de Associação Estratégica Brasil-Espanha, de novembro de 2003, criou um grupo de trabalho específico sobre infra-estrutura, cuja primeira reunião deve ocorrer neste mês de maio, em Madri. Os grupos de trabalho sobre investimentos e comércio exterior tiveram sua primeira reunião em 24/01/2005 em Brasília, por ocasião da visita do Presidente José Luis Rodríguez Zapatero ao Brasil. A segunda reunião ocorrerá em junho, em Madri.
O interesse recíproco no estreitamento dos laços bilaterais e na abertura de novos espaços de parceria pode ser comprovado também pelo fato de que, entre o início de 2003 e fevereiro de 2005, 13 Ministros do Governo Lula e 13 Governadores (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Distrito Federal, Goiás e Pernambuco) cumpriram programações de trabalho na Espanha, alguns dos quais mais de uma vez (Mato Grosso do Sul e Goiás).
Um desdobramento importante no plano das relações econômicas bilaterais foi o aumento recente dos investimentos brasileiros na Espanha. O Brasil foi o décimo-segundo maior investidor na Espanha em 2004, com fluxos da ordem de 352 milhões de euros (1,97%). Nos seis primeiros meses de 2005, o país já se situava entre os seis maiores investidores, com recursos no valor de 144 milhões de euros (5,57%). Tendo presente que operações de maior vulto tiveram lugar no segundo semestre, como a compra da empresa basca Sidenor pelo Grupo Gerdau e a fusão da Santista Têxtil (que detém o controle acionário) com a empresa também basca Tevex, é provável que o Brasil alcance posição ainda mais destacada entre as origens de IDE à Espanha em 2005, quando disponíveis os dados pertinentes.
Viagens de negócios
É fundamental que a viagem de negócios seja preparada com antecedência. Detectar as áreas prioritárias, contatar as empresas via fax ou correio eletrônico e solicitar, pelo menos trinta dias antes, o apoio do SECOM Madri ou do SECOM Barcelona.
Caso se trate de missão comercial, composta por vários empresários, é recomendável comunicar o fato, o mais breve possível, ao Departamento de Promoção Comercial do
Ministério das Relações Exteriores, que poderá dar apoio na preparação da missão. Períodos não recomendáveis: segunda quinzena de dezembro, primeira quinzena de janeiro e os meses de julho e agosto.
O idioma deve ser, de preferência, o espanhol, já que o domínio de outros idiomas na Espanha é limitado. No caso de publicações e material promocional, deve-se utilizar o castelhano da Espanha e evitar o espanhol da América Latina. Os contratos comerciais devem ser o mais detalhado possível nos aspectos relacionados com a forma de pagamento, prazo de entrega, preços e outros Recomenda-se confirmar por fax os acordos feitos por telefone e/ou e-mail. O convite a importadores que visitem o Brasil poderá ser considerado sempre e quando se considere o seu horizonte de atuação e idoneidade. Os gerentes de compras das grandes cadeias de lojas e hipermercados são freqüentemente convidados por grandes exportadores dos países asiáticos.
Endereços úteis
Câmara de Comércio Brasil – Espanha
Casa do Brasil, Avda. Arco de la Victoria, s/n. 28040 - Madrid.
Fone: (34) 91 455 1560
Email: camara@camara-brasilespana.com
www.camara-brasilespana.com
Embaixada do Brasil em Madri
Calle Fernando el Santo, 6
28010 Madrid / España
Site: www.brasil.es
E-mail: chancelaria@embajadadebrasil.es
Tel.: (+34) 91 700 46 50
Fax: (+34) 91 700 46 60
Consulado Geral do Brasil em Madri
Calle Zurbano 71, 28010 Madrid
consular@consuladobrasil.es
www.consuladobrasil.es
Consulado Geral do Brasil em Barcelona
Av. Diagonal, 468, 2º
08006 - Barcelona (Espanha)
Fone: +(34) 93 488 2288
Fax: +(34) 93 487 2645
contato@brasilbcn.org
www.brasilbcn.org
Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil
Av. Eng.º Luís Carlos Berrini, 1681, 14º andar
04571-011 São Paulo - SP
Tel.: (011) 5508 5959
Fax: (011) 5508 5970
E-mail: camaraespanhola@camaraespanhola.org.br
www.camaraespanhola.org.br
Embaixada da Espanha
Avenida das Nações, lote 44
70429-900 Brasília–DF
Tel.: (061) 244-2121/ 2023/2145
Fax: (061) 242-1781/ 2381
E-mail: embespbr@correo.mae.es
www.mae.es
Consulado Geral da Espanha no Rio de Janeiro
Rua Lauro Müller, 116, salas 1601/2 Botafogo
22290-160 Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (021) 2543-3200 e 2543-3112
Fax: (021) 2543-3090
E-mail: cgespriojan@correo.mae.es
www.mae.es/consulados/rio/
Consulado Geral da Espanha em São Paulo
Av. Bernardino de Campos, 98, 1º andar,
04004-040 São Paulo – SP
Tel.: (011) 3059-1802
E-mail: consuladoespanhasp@terra.com.br
www.consuladoespanasp.org.br
Consulado Geral da Espanha em Porto Alegre
Rua Eng.º Ildefonso Simões Lopes, 85-91330-180
Porto Alegre (RS)
91330-180
Tel.: (051)3338-1300/1667
Fax: (051) 3338-1444
E-mail: cgesppalegre@correo.mae.es
Consulado Geral da Espanha em Salvador
Rua Marechal Floriano, 21 - Canela
40110-010 Salvador - BA
Tel.: (071) 336-9055/ 1937
E-mail: consesp.sbahia@correo.mae.es
Fontes consultadas
Câmara de Comércio Brasil – Espanha - www.camara-brasilespana.com
Embaixada do Brasil em Madri - www.brasil.es
Braziltradenet – Guia do Exportador – www.braziltradenet.gov.br
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – www.desenvolvimento.gov.br
CIA - The World Factbook - www.cia.gov
Última atualização: outubro/2007