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  Domingo, 5 de fevereiro de 2012
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Guia do Exportador

Apoio ao Exportador

Oito motivos para exportar

amplia as chances de melhores resultados para a empresa
aumenta a produtividade
melhora a utilização da capacidade instalada
promove naturalmente a empresa no mercado interno
fica menos vulnerável a imprevistos do mercado interno
incorpora novas tecnologias
gera aumento de renda e emprego para a empresa e o país
alcança crescimento empresarial

Para participar do mercado externo, a empresa deve levar em consideração que os compradores estrangeiros são exigentes e cada país tem suas características próprias. Por isto, é preciso tomar alguns cuidados.

Investir no parque industrial e no desenvolvimento do seu produto específico, na qualificação da mão-de-obra utilizada e providenciar no registro de exportador da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) ou em alguma Delegacia da Receita Federal em seu Estado;

Selecionar um Canal de distribuição e venda de seus produtos no exterior. Caso a exportação não seja direta, a empresa pode optar pelo consórcio de exportação ou os agentes de comércio exterior;

Identificar os mercados e estabelecer contatos com compradores no exterior. Ao identificar o potencial importador, a empresa deve informar sobre a quantidade disponível para exportar, aspectos técnicos, condições de venda, prazos de entrega e pagamento e preço unitário do produto;

Realizar um estudo de mercado para avaliar a viabilidade de venda do produto em determinado país. Efetuar ainda uma análise dos preços praticados naquele mercado, diferenças cambiais, demanda, embalagens e todas as outras informações que podem influenciar na venda do produto;

O cliente deve receber o maior número de dados sobre o produto a ser comercializado;

Confirmado o fechamento do negócio, o exportador deve formalizar a negociação enviando ao importador uma fatura pró-forma onde constem informações sobre o importador e o exportador, descrição da mercadoria, peso líquido e bruto, quantidade e preço unitário e total.

Caso não haja produto em estoque, o exportador deverá acelerar a produção para entregar a mercadoria no prazo com o mesmo padrão de qualidade, embalagem, rotulagem e marcação de volumes;

Confirmação da carta de crédito. Mais seguro e por isto o instrumento mais utilizado em comércio internacional. A abertura da carta deverá ser solicitada pelo exportador ao importador. O banco envia cópia ao exportador no final do processo;

O exportador deverá providenciar os documentos de exportação ou embarque;

Efetuar a contratação da operação de câmbio, ou seja, negociar com a instituição financeira autorizada o pagamento em reais ou a conversão da moeda estrangeira recebida pela aquisição das mercadorias exportadas;

Efetuar o embarque da mercadoria e fazer o desembaraço na aduana;

Prepara os documentos pós-embarque que é a fase do pagamento propriamente dito;

Apresentar os documentos do importador ao banco;

Liquidação do câmbio.

Órgãos de apoio ao Exportador
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APEX - Brasil   BNDES
Banco do Brasil DECEX
CAMEX   SEBRAE
Receita Federal SISCOMEX
SECEX  

 

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O politicólogo Manuel Sanches aponta que a "política externa durante o governo Lula foi demasiadamente ideologizada, mas tudo indica que no governo Dilma a posição será mais técnica".

Sanches, com a clareza de pensamento que lhe é peculiar, tece comentários acerca do papel que o Ministério de Relações Exteriores ocupou na política comercial da era Lula ao colocar que o MRE "... tem uma missão mais nobre, digamos assim, uma missão de médio e longo prazo. E o corpo diplomático do Itamaraty sabe disso. Eles não querem ser comerciantes e sabem que a ação do Ministério, no caso comercial, é mais como coadjuvante e de definição de linhas de longo prazo."

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