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O Brasil saiu arranhado junto aos parceiros do Mercosul e outros emergentes nas negociações da Rodada de Doha?
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Sim (60,71%) |
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Não (39,29%) |
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<20/8/2008 - 08:31>
PAULINA COUTINHO (Jornalista/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "O Brasil, em troca de um mísero prato de lentilhas, abandonou seus pares na rodada de Doha. Parceria é parceria e aqui vale o poder de convencimento dos parceiros & afins por parte de nossa diplomacia. Arranhou e feio!"
<19/8/2008 - 14:13>
Mario Suarez (empresário/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Nossa dis - plomacia não foi nada habilidosa que, além de insultar nossos grandes compradores ( remember caso da propaganda nazista) além de não ouvir sues pares. mais u des - serviço do nosso premier..."
<19/8/2008 - 12:50>
Gerta Blum (Administradora/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Ou se afina com os parceiros, notadamente com os do MERCOSUL com o qual exite um compromisso bastante maduro, ou saimos arranhados sim. Nas próximas negociações esses países estarão com o pé atrás em relação ao brasil."
<19/8/2008 - 08:48>
Jerônimo Santos (Sociólogo/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Se o Brasil tem parcerias, tanto em relação aos signatários do Mercosul como com os chamados emergentes, deveria, minimamente, estar afinados com seus pares.
Em negocições como DOHA o que ganha pontos é a coesão e não vantagens para alguns países. Arranhou e feio..."
<18/8/2008 - 19:52>
Joao Machado (Consultor/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "O Brasil ingnorou seus parceiros tradicionais e confiou muito na India e na China que não tinham nehuma razão real para querer mudar o atual status das barrerias comerciais existentes ."
<18/8/2008 - 08:05>
Jorge Malta de Souza (Não identificado/Brasil) Resposta: Não Comentário: "O Brasil saiu-se muito bem nas negociações em DOHA. Em negociações comerciais temos que abrir mão de certas vantagens para obtermos outras - senão não teríamos uma NEGOCIAÇÃO. Os demais signatários d Mercosul assim como diversos países emergentes devem entender que não é só ganhar e ganhar - a diplomacia e os responsáveis pela economia desses países devem ter uma flexibilidade mínima!"
<17/8/2008 - 20:48>
Margareth Maltez (Jornalista/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "saiu arranhado mas nada que um bom mertiolate não cure! No mundo da política internacional as posições mudam facilmente e as divergências facilmente se transformam em convergências. É só verificar que, ato contínuo a rodada de DOHSA. Lula foi muito bem recebido na Argentina."
<16/8/2008 - 14:31>
Beto Nunes (Gerente exportações/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Em uma negociação não podemos ter posições idênticas aos demais se esta premissa não foi acordada previamente. Portanto, em busca dos interesses maiores do Brasil , não tem porque sairmos arranhados."
<15/8/2008 - 08:03>
Sergio Conturssi (Jornalista/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "O Brasil não foi muito feliz em tomar uma posição a recelia de seus parceiros Mercosul e seus pares emergentes na rodada de Doha. Entretrando, em política, os assranhões são facilmenre curáveis com uma boa diplomacia."
<15/8/2008 - 07:15>
Mirella Santos (Administradora RH/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Ter posições diferentes emcertos momentos decisivos como a rodada é uma prática bastante comum e deve ser respeitada. Arranhões não devem haver e nem houveram. O Brasil está bem com seus pares. Reações momentâneas faz parte do jogo."
<14/8/2008 - 07:40>
COSME DARRIGO (ESTUDANTE REL INTERNACIONAIS/Brasil) Resposta: Não Comentário: "NEGÓCIOS SÃO NEGÓCIOS. NOSSA POSIÇÃO NÃO IRIA PREJUDOCAR OS PARCEIROS. TALVEZ FAVORECESSE MAIS O BRASIL, MAS NÃO HÁ MOTIVOS PARA MELINDRES."
<13/8/2008 - 08:04>
Jerônimo Leite (Advogado/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Quando um país é membro de um bloco, deve estar afinado com seus pares em uma negocoação como a de DOHA. Seria muito mais proveitosa se o Brasil ficasse coeso com o Mercosul e com os demais emergentes: a fraqueza está na divisão..."
<12/8/2008 - 07:29>
Elias Luchese (Não identificado/Brasil) Resposta: Não Comentário: "O Brasil saiu-se muito bem em DOHA. Se não afinou com seus parceiros no momento da negociação não significa sair arranhado."
<11/8/2008 - 15:07>
Marcos Barreto (jornalista/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Mesmo pertencendo a um bloco econômico o brasil pode e deve se posicionar de acordo com os interesses mais imediatos do país. A posição de um país em uma grande negociação internacional, como ´é o caso de DOHA, não pode melindrarseus pares. Se arranhou as relações, foi uma reação de curtíssimo prazo. Na semana seguinte das fracassadas negociações da OMC, o Governo Brasileiro já estava fazendo "costuras" na argentina."
<11/8/2008 - 14:30>
José Sanches (Sociólogo/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "O Brasil tem um compromisso com os demais membros do Mercosul. Ou ele se posiciona individualmete ou ele tem que estar afinado com seus parceiros ( inclui-se tb. o G2o). Só não deve votar de acordo com a ocasião..."
<11/8/2008 - 07:40>
Nurimar Silva Campos (Professora COMEX/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Parceiros são parceiros. Em uma negociação pressupõe - se união entre seus pares e o Brasil não cumpriu a sua parte. Buscou seus interesses momentâneas ignorando que acordos como os do Mercosul os o que podem firma de forma bi-lateral com os emergentes, podem ser bem mais produtivo e lucrativo para o Brasil"
<10/8/2008 - 19:25>
Paulo Venturini (Administrador/Brasil) Resposta: Não Comentário: "O Brasil defendeu sua posição. Em uma negociação da envergadura de Doha, os parceiros do Mercosul assim como os parceiros emergentes não podem, como não ficaram, melindrados com a posição do Brasil. Se houve arranhões, nada que um bom metiolate não cure..."
<9/8/2008 - 10:58>
Maria do Carmo Santos (estudante jornalismo/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Está na hora de acabar com o "mantra" de andar sempre com o mesmo pé que os suposros parceiros.Esta é uma visão arcaica e revela um subdesenvolvimento nada subliminar.
O Brasil votou a favor de sua posição, dos interesses que achava conveniente, abrindo mão de outras facilidade comerciais. Isto é fazer política econômica internacional.
Os parceiros? Estão muito bem com o Brasil, obrigado."
<8/8/2008 - 13:33>
Celeste Goldman (Não identificado/Brasil) Resposta: Não Comentário: "creio que a posição brasileira frente a seus pares em uma negociação internacional é correta quando o interesse é o país. Não tem porque seus parceiros do mercosul e demais emergentes se sentirem melindrados. Faz parte do jogo."
<8/8/2008 - 09:39>
Sidnei Busnello (Estudante relações Internacionais/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "No momento das negociaçãoes sim. Mas o Brasil tem a sábia capacidade de se articular com seus parceiros - vide Mossão presidencial à Argentina e encontro de nosso Presidente com o presidente da China."
<7/8/2008 - 09:10>
Carmem Araújo (Empresária/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Se saiu arranhado, foi muito a curto prazo. A recuperação está sendo muito breve ( vide Missão de Lula à Argentina) e, a permanecer esta tendência de aproximação no Mercosul e intensificar as relações bi-laterais com os demais emergentes, logo, logo o Brasil estará recuperdo, possivelmente sem cicatrizes. Só lamento que Doha tenha sido um fracasso. Todos perdemos e o brasil mais ainda. Mas o tempo perdido se recupera com boas negociações e uma boa dose de diplomacia."
<6/8/2008 - 15:16>
Leo Baptista (Jornalista/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "A postura do Brasil foi mais de parceria com os desenvolvidos do que com a sua turma:
Mercosul e Emergentes. ~Pequenos arranhões, de fácil tratamento. Enfim, nada que uma boa diplomacia não resolva. O problema reside justamente aí: " boa diplomacia"."
<6/8/2008 - 08:31>
Marcelo Dambrósio (Administrador/Brasil) Resposta: Sim Comentário: "Sim, saiu arranhado mas já está tentando desfazer as feridas com um aproximação providencial com esses países."
<5/8/2008 - 13:25>
Jorge Souza (Economista/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Embora o Brasil tenha divergido de posicionamento de pares no Mercosul assim como dos parceiros emergentes, creio que é uma ótima oportunidade de se aproximar de seus verdadeiros parceiros posto que a UE e os EUA mais do que nunca mostraram a sua cara. A viagem de Lula à Argentina demonstra que os arranhões eram apenas momentâneos."
<5/8/2008 - 10:01>
Camila Dourado (Não identificado/Brasil) Resposta: Não Comentário: "Não e até mesmo ajudou nas relações bilaterais entre esses mesmos países. Acredito que a tendência é que essa proximidade traga muitos ganhos para o país."
<5/8/2008 - 09:01>
Marlise Freitas (Jornalista/Brasil) Resposta: Não Comentário: "No meu entendimento, as perdas em Doha irão beneficiar as relações bi-laterais entre os emergentes. Não é por acaso que o Presidente do Brasil está na Argentina com ampla comitiva de empresários. A posição do Brasil na rodada Doha arranhou o Brasil mas no curtíssimo prazo. Os blocos Mercosul e dos Emergentes já está se recompondo. EUA e UE que se cuidem!"
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