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  Quarta, 20 de agosto de 2008

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Enquete

O Brasil saiu arranhado junto aos parceiros do Mercosul e outros emergentes nas negociações da Rodada de Doha?

 Sim (60,71%)
 Não (39,29%)



<20/8/2008 - 08:31> PAULINA COUTINHO (Jornalista/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "O Brasil, em troca de um mísero prato de lentilhas, abandonou seus pares na rodada de Doha. Parceria é parceria e aqui vale o poder de convencimento dos parceiros & afins por parte de nossa diplomacia. Arranhou e feio!"

<19/8/2008 - 14:13> Mario Suarez (empresário/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Nossa dis - plomacia não foi nada habilidosa que, além de insultar nossos grandes compradores ( remember caso da propaganda nazista) além de não ouvir sues pares. mais u des - serviço do nosso premier..."

<19/8/2008 - 12:50> Gerta Blum (Administradora/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Ou se afina com os parceiros, notadamente com os do MERCOSUL com o qual exite um compromisso bastante maduro, ou saimos arranhados sim. Nas próximas negociações esses países estarão com o pé atrás em relação ao brasil."

<19/8/2008 - 08:48> Jerônimo Santos (Sociólogo/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Se o Brasil tem parcerias, tanto em relação aos signatários do Mercosul como com os chamados emergentes, deveria, minimamente, estar afinados com seus pares. Em negocições como DOHA o que ganha pontos é a coesão e não vantagens para alguns países. Arranhou e feio..."

<18/8/2008 - 19:52> Joao Machado (Consultor/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "O Brasil ingnorou seus parceiros tradicionais e confiou muito na India e na China que não tinham nehuma razão real para querer mudar o atual status das barrerias comerciais existentes ."

<18/8/2008 - 08:05> Jorge Malta de Souza (Não identificado/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "O Brasil saiu-se muito bem nas negociações em DOHA. Em negociações comerciais temos que abrir mão de certas vantagens para obtermos outras - senão não teríamos uma NEGOCIAÇÃO. Os demais signatários d Mercosul assim como diversos países emergentes devem entender que não é só ganhar e ganhar - a diplomacia e os responsáveis pela economia desses países devem ter uma flexibilidade mínima!"

<17/8/2008 - 20:48> Margareth Maltez (Jornalista/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "saiu arranhado mas nada que um bom mertiolate não cure! No mundo da política internacional as posições mudam facilmente e as divergências facilmente se transformam em convergências. É só verificar que, ato contínuo a rodada de DOHSA. Lula foi muito bem recebido na Argentina."

<16/8/2008 - 14:31> Beto Nunes (Gerente exportações/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Em uma negociação não podemos ter posições idênticas aos demais se esta premissa não foi acordada previamente. Portanto, em busca dos interesses maiores do Brasil , não tem porque sairmos arranhados."

<15/8/2008 - 08:03> Sergio Conturssi (Jornalista/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "O Brasil não foi muito feliz em tomar uma posição a recelia de seus parceiros Mercosul e seus pares emergentes na rodada de Doha. Entretrando, em política, os assranhões são facilmenre curáveis com uma boa diplomacia."

<15/8/2008 - 07:15> Mirella Santos (Administradora RH/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Ter posições diferentes emcertos momentos decisivos como a rodada é uma prática bastante comum e deve ser respeitada. Arranhões não devem haver e nem houveram. O Brasil está bem com seus pares. Reações momentâneas faz parte do jogo."

<14/8/2008 - 07:40> COSME DARRIGO (ESTUDANTE REL INTERNACIONAIS/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "NEGÓCIOS SÃO NEGÓCIOS. NOSSA POSIÇÃO NÃO IRIA PREJUDOCAR OS PARCEIROS. TALVEZ FAVORECESSE MAIS O BRASIL, MAS NÃO HÁ MOTIVOS PARA MELINDRES."

<13/8/2008 - 08:04> Jerônimo Leite (Advogado/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Quando um país é membro de um bloco, deve estar afinado com seus pares em uma negocoação como a de DOHA. Seria muito mais proveitosa se o Brasil ficasse coeso com o Mercosul e com os demais emergentes: a fraqueza está na divisão..."

<12/8/2008 - 07:29> Elias Luchese (Não identificado/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "O Brasil saiu-se muito bem em DOHA. Se não afinou com seus parceiros no momento da negociação não significa sair arranhado."

<11/8/2008 - 15:07> Marcos Barreto (jornalista/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Mesmo pertencendo a um bloco econômico o brasil pode e deve se posicionar de acordo com os interesses mais imediatos do país. A posição de um país em uma grande negociação internacional, como ´é o caso de DOHA, não pode melindrarseus pares. Se arranhou as relações, foi uma reação de curtíssimo prazo. Na semana seguinte das fracassadas negociações da OMC, o Governo Brasileiro já estava fazendo "costuras" na argentina."

<11/8/2008 - 14:30> José Sanches (Sociólogo/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "O Brasil tem um compromisso com os demais membros do Mercosul. Ou ele se posiciona individualmete ou ele tem que estar afinado com seus parceiros ( inclui-se tb. o G2o). Só não deve votar de acordo com a ocasião..."

<11/8/2008 - 07:40> Nurimar Silva Campos (Professora COMEX/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Parceiros são parceiros. Em uma negociação pressupõe - se união entre seus pares e o Brasil não cumpriu a sua parte. Buscou seus interesses momentâneas ignorando que acordos como os do Mercosul os o que podem firma de forma bi-lateral com os emergentes, podem ser bem mais produtivo e lucrativo para o Brasil"

<10/8/2008 - 19:25> Paulo Venturini (Administrador/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "O Brasil defendeu sua posição. Em uma negociação da envergadura de Doha, os parceiros do Mercosul assim como os parceiros emergentes não podem, como não ficaram, melindrados com a posição do Brasil. Se houve arranhões, nada que um bom metiolate não cure..."

<9/8/2008 - 10:58> Maria do Carmo Santos (estudante jornalismo/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Está na hora de acabar com o "mantra" de andar sempre com o mesmo pé que os suposros parceiros.Esta é uma visão arcaica e revela um subdesenvolvimento nada subliminar. O Brasil votou a favor de sua posição, dos interesses que achava conveniente, abrindo mão de outras facilidade comerciais. Isto é fazer política econômica internacional. Os parceiros? Estão muito bem com o Brasil, obrigado."

<8/8/2008 - 13:33> Celeste Goldman (Não identificado/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "creio que a posição brasileira frente a seus pares em uma negociação internacional é correta quando o interesse é o país. Não tem porque seus parceiros do mercosul e demais emergentes se sentirem melindrados. Faz parte do jogo."

<8/8/2008 - 09:39> Sidnei Busnello (Estudante relações Internacionais/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "No momento das negociaçãoes sim. Mas o Brasil tem a sábia capacidade de se articular com seus parceiros - vide Mossão presidencial à Argentina e encontro de nosso Presidente com o presidente da China."

<7/8/2008 - 09:10> Carmem Araújo (Empresária/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Se saiu arranhado, foi muito a curto prazo. A recuperação está sendo muito breve ( vide Missão de Lula à Argentina) e, a permanecer esta tendência de aproximação no Mercosul e intensificar as relações bi-laterais com os demais emergentes, logo, logo o Brasil estará recuperdo, possivelmente sem cicatrizes. Só lamento que Doha tenha sido um fracasso. Todos perdemos e o brasil mais ainda. Mas o tempo perdido se recupera com boas negociações e uma boa dose de diplomacia."

<6/8/2008 - 15:16> Leo Baptista (Jornalista/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "A postura do Brasil foi mais de parceria com os desenvolvidos do que com a sua turma: Mercosul e Emergentes. ~Pequenos arranhões, de fácil tratamento. Enfim, nada que uma boa diplomacia não resolva. O problema reside justamente aí: " boa diplomacia"."

<6/8/2008 - 08:31> Marcelo Dambrósio (Administrador/Brasil)
Resposta: Sim
Comentário: "Sim, saiu arranhado mas já está tentando desfazer as feridas com um aproximação providencial com esses países."

<5/8/2008 - 13:25> Jorge Souza (Economista/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Embora o Brasil tenha divergido de posicionamento de pares no Mercosul assim como dos parceiros emergentes, creio que é uma ótima oportunidade de se aproximar de seus verdadeiros parceiros posto que a UE e os EUA mais do que nunca mostraram a sua cara. A viagem de Lula à Argentina demonstra que os arranhões eram apenas momentâneos."

<5/8/2008 - 10:01> Camila Dourado (Não identificado/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "Não e até mesmo ajudou nas relações bilaterais entre esses mesmos países. Acredito que a tendência é que essa proximidade traga muitos ganhos para o país."

<5/8/2008 - 09:01> Marlise Freitas (Jornalista/Brasil)
Resposta: Não
Comentário: "No meu entendimento, as perdas em Doha irão beneficiar as relações bi-laterais entre os emergentes. Não é por acaso que o Presidente do Brasil está na Argentina com ampla comitiva de empresários. A posição do Brasil na rodada Doha arranhou o Brasil mas no curtíssimo prazo. Os blocos Mercosul e dos Emergentes já está se recompondo. EUA e UE que se cuidem!"

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