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  Domingo, 5 de fevereiro de 2012

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UE - 2003

Janeiro
1 - A Grécia assume a presidência do Conselho da União Européia.
A UE comemora o 10° aniversário do Mercado Único.
15 - É inaugurada a primeira Missão de Polícia da União Européia na Bósnia-Herzegovina.
26 - É lançado em Atenas o Ano Europeu das Pessoas com Deficiência.

Fevereiro
1 - Entrada em vigor do Tratado de Nice.
17 - Realiza-se em Bruxelas, Bélgica, um Conselho Europeu Extraordinário.

Março
8 - Realiza-se um referendo em Malta sobre a adesão do país à União Européia. Votação majoritária a favor da adesão.
14 - A UE e a NATO assinam um Pacto de Segurança em Atenas, Grécia.
19 - Realiza-se uma votação no Parlamento Europeu. A maioria adota um relatório dando luz verde à adesão de Chipre, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta e Polônia em 2004.
20-21 - Realiza-se em Bruxelas, Bélgica, o terceiro Conselho Europeu anual da Primavera . Os ministros decidem reunir esforços para aplicar a estratégia para a competitividade, emprego e inclusão social aprovada em Lisboa. É debatida também a situação no Iraque.
23 - Realiza-se um referendo na Eslovénia sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.

Abril
9 - O Parlamento Europeu deu o seu parecer favorável à adesão de Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e República Checa à União Européia.
12 - Realiza-se um referendo na Hungria sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.
16 - Assinatura em Atenas, Grécia, do Tratado de Adesão de Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e República Checa à União Européia.

Maio
10-11 - Realiza-se um referendo na Lituânia sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.
16-17 - Realiza-se um referendo na Eslováquia sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.

Junho
6-7 - Realiza-se um referendo na Polônia sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.
13-14 - Realiza-se um referendo na República Checa sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.
20-21 - O Conselho Europeu reúne-se em Salónia, Grécia. O projeto de uma constituição Européia foi acolhido como um ponto de partida positivo para próximas negociações sobre o futuro da Europa.
25 - Realiza-se em Washington D.C., EUA, uma cimeira entre a União Européia e os Estados Unidos. A União Européia e os Estados Unidos decidem cooperar na luta contra o terrorismo e a proliferação de armas.

Setembro
14 - Realiza-se na Suécia um referendo sobre o euro. A maioria rejeitou a adesão à moeda única Européia.
20 - Realiza-se um referendo na Letônia sobre a adesão do país à União Européia. Votação maioritária a favor da adesão.

Outubro
4 - Realiza-se em Roma, Itália, a Conferência Intergovernamental (CIG). A sua principal missão é delinear e adotar a versão final da primeira Constituição Européia.
16-17 - O Conselho Europeu realiza-se em Bruxelas, Bélgica. A cimeira debruça-se sobre três temas principais: o seguimento do Conselho de Salónica sobre as políticas de asilo e de imigração, a política econômica do ponto de vista da Iniciativa para o Crescimento e as Relações Internacionais
23-24 - Realiza-se em Madrid, Espanha, a Conferência sobre a Reconstrução do Iraque. Foram concedidas contribuições sob diversas formas e que abrangem diferentes períodos (num total de 28 mil milhões de euros). Estas incluem a ajuda humanitária, a ajuda à reconstrução, os créditos à exportação e o financiamento de projetos.

Novembro
1 - Mudança da presidência no Banco Central Europeu. O ex-Governador do Banque de France, Jean-Claude Trichet, sucederá a Willem F. Duisenberg, que exerceu as funções de Presidente do BCE de 1 de Junho de 1998 a 31 de Outubro de 2003.

Dezembro
12 - A Comissão Européia decide conceder a primeira contribuição do orçamento da UE para atividades de reconstrução no Iraque.

Última atualização: Julho/2008

 

O politicólogo Manuel Sanches aponta que a "política externa durante o governo Lula foi demasiadamente ideologizada, mas tudo indica que no governo Dilma a posição será mais técnica".

Sanches, com a clareza de pensamento que lhe é peculiar, tece comentários acerca do papel que o Ministério de Relações Exteriores ocupou na política comercial da era Lula ao colocar que o MRE "... tem uma missão mais nobre, digamos assim, uma missão de médio e longo prazo. E o corpo diplomático do Itamaraty sabe disso. Eles não querem ser comerciantes e sabem que a ação do Ministério, no caso comercial, é mais como coadjuvante e de definição de linhas de longo prazo."

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