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A ameaça chinesa Marcilio R. Machado, Membro do Conselho de Administração da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), diretor da Famex Importadora e Exportadora, é doutor em Administração de Empresas pela Nova Southeastern University, comenta a atual situação das empresas brasileiras e apresenta as dificuldades que estas vem enfrentando com a competição do mercado chinês. Usando a Alemanha como exemplo, sugere a inovação de produto e processo como forma para "driblar" a concorrência imposta pelo gigante asiático. Leia Mais...
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O que a Coreia e a China têm (e que nós não) Maílson da Nóbrega, economista, ex-ministro da Fazenda, sócio da Tendências Consultoria Integrada e colunista da Revista Veja, analisa em seu artigo que "As políticas industriais chinesas e coreanas tiveram seu peso, mas o importante foi a estratégia por trás delas. A ideia era expor a indústria à competição internacional. O Brasil e a América Latina optaram pelo inverso, isto é, por medidas contra a concorrência externa." Leia Mais...
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Brasil na década da virada Ernesto Lozardo, professor de Economia da FGV-SP e autor do livro: Globalização: a certeza imprevisível das nações (2008), comenta em seu artigo que, "Se no passado tivemos várias décadas perdidas, estamos diante do desafio das transformações econômicas: da década da virada. Nesse sentido, importa que os brasileiros saibam que país precisam ter e que tipo de cidadãos desejam ser." Segue o autor: "Ao Brasil faltam poucas, porém importantes reformas econômicas para que se transforme em uma economia desenvolvida, a exemplo da Coreia do Sul." E nos aponta sete aspectos fundamentais para serem incorporados na estratégia desenvolvimentista do próximo governo. Leia Mais...
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Amarrem os cintos! Antonio Delfim Netto, economista, ministro em diversas administrações presidenciais e deputado federal pelo estado de São Paulo, comenta acerca da reunião do G20 em Seul que "No ano que vem, ele (o FMI) deve apresentar um programa factível que distribua equanimente os custos do ajuste. Em poucas palavras e sem nhe-nhe-nhem: cada um que volte para casa, trate de cuidar dos seus interesses e ponha as barbas de molho." Efetivamente uma das visões mais realistas publicadas acerca do encontro de cúpula. Leia Mais...
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FED e o desconhecido Luiz Carlos Mendonça de Barros, engenheiro e economista, é economista-chefe da Quest Investimentos, presidente do BNDES e ministro das Comunicações do governo de Fernando Henrique Cardoso, comenta em seu artigo que "É uma realidade terrível para um país que está com quase 10% de desemprego e fazendo um tremendo esforço fiscal para tentar recuperar o poder de compra dos cidadãos. Para a maioria dos americanos, o grande vilão dessa situação é a China, que não permite a valorização do yuan." Leia Mais...
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O baldinho, o Titanic e o dólar Vinicius Torres Freire, jornalista e articulista da Folha de São Paulo, questiona, de forma muito apropriada, se "Poderia ter sido pior sem a intervenção do governo no câmbio? Sim, assim como o IOF de 4% deve ter algum efeito, em particular afastando urubus de curto prazo. Mas, dada a conjuntura mundial, estamos tirando água do Titanic com um balde." Leia Mais...
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"África: o novo Eldorado?" Keith Martin, diretor de comércio e investimento internacional da Aon Risk Services, observa em seu artigo que "Na África, especialmente, onde as oportunidades comerciais são abundantes, mas "homens poderosos" continuam dominando tanto a política quanto a economia na maioria dos países, isso significa investir antecipadamente em análise cuidadosa em relações públicas e com governos, no envolvimento de instituições multilaterais, em seguros de riscos políticos e em outras medidas que possam proteger o retorno do projeto e minimizar os riscos - e até mesmo abrir horizontes adicionais para as empresas. Agora é hora de investir na África - com os olhos bem abertos, e com um guarda-chuva ao seu lado. Porque, mesmo em Eldorado, de repente pode chover." Leia Mais...
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Quem manda é o dinheiro Fernando Canzian, jornalista, repórter especial da Folha de São Paulo. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006 e é autor do livro "Desastre Global - Um ano na pior crise desde 1929". Em seu artigo comenta que "No auge da crise financeira global, entre o final e 2008 e início de 2009, era comum ouvir nos EUA a expressão "Cash is King". Algo equivalente a "Quem manda é o dinheiro".
Essa percepção parece estar voltando diante das notícias negativas". Leia Mais...
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O real testa sua força Luiz Carlos Mendonça de Barros, engenheiro e economista, é economista-chefe da Quest Investimentos. Foi presidente do BNDES e ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso., comenta que "Ancoradas em uma moeda estável, mesmo ao meio de uma tormenta financeira, as empresas passam a trabalhar com componentes e produtos importados para aumentar sua eficiência e reduzir o poder de fixação de preços dos fornecedores nacionais." Leia Mais...
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A Crise no Comércio Exterior e o Papel do Setor Privado Mario Cordeiro de Carvalho Junior, economista, e Professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ, em seu artigo comenta que "Para enfrentar a crise que já estamos passando e evitar o retorno ao passado, destruindo as conquistas obtidas desde a redemocratização até o momento presente, o governo terá que adotar medidas e ações que remova os custos internos elevados que afetam e restringem a aceleração das exportações de bens e mercadorias." Leia Mais...
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